No fim de outubro a Amazon apresentou o seu modelo de drone usado em entregas aéreas por meio do programa Prime Air
Em breve, a varejista também pretende expandir o programa de drones para mais países como Reino Unido e Itália. Lançado há uma década, somente nos últimos anos ela conseguiu iniciar os testes práticos. As informações são do UOL.
O novo modelo, o MK30, é considerado fundamental para o processo de expansão dos testes da companhia norte-americana, que planeja colocá-lo no lugar de todos os modelos atuais até 2024. O novo dispositivo é capaz de voar duas vezes mais longe que os usados até então, além de prometer um avanço significativo nas capacidades de entrega da empresa.
Ele também é mais silencioso e possui capacidade para lidar melhor com condições climáticas adversas. Ao invés de carregar os pacotes na parte externa, o drone deixa-os armazenados na parte interna, o que garante a segurança e integridade da entrega. Até 2030, a intenção da Amazon é realizar aproximadamente 500 milhões de entregas por ano em todo o mundo.
Segundo reportagem do Estadão, embora eles sejam capazes de realizar o processo de entrega de forma 100% autônoma, nos Estados Unidos há uma exigência de que todos os dispositivos tenham a rota monitorada remotamente. Além disso, é necessário que exista também acompanhamento a olho nu para evitar acidentes e problemas durante a entrega.
Apenas um item pode ser entregue por vez. Ele não pode pesar mais de 2,260 kg. Nem ser grande demais. Além de não poder ser algo quebrável, já que o drone libera o item a uma distância de 3,6 m do chão. Os drones não podem voar quando está muito quente, ou ventando demais, ou chovendo bastante.
Também é preciso estar em casa para determinar o lugar onde a entrega deve pousar e garantir que ninguém pegue a encomenda, ou que ela role para o meio da rua.
Fonte: Panorama Farmacêutico 14.11.2023
