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Estudo inédito financiado pela farmacêutica detalha o potencial do Farmácia Popular em mitigar emissões de CO₂
A AstraZeneca reforça seu compromisso com a saúde e a sustentabilidade ao anunciar a apresentação de dados estratégicos durante a conferência COP30, em Belém (PA). O foco da companhia é evidenciar como a prevenção, a detecção precoce e o tratamento de doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) são cruciais para a mitigação climática e o aumento da resiliência do sistema de saúde.
Um estudo financiado pela AstraZeneca e conduzido pela IQVIA revela o impacto direto das políticas públicas na sustentabilidade. A pesquisa aponta que a distribuição gratuita de medicamentos inovadores para diabetes tipo 2, por meio do Programa Farmácia Popular, tem o potencial de evitar a emissão de 1.500 toneladas de CO₂ nos próximos 25 anos.
O mecanismo é direto: ao garantir o tratamento da diabetes, o programa reduz o risco de evolução para doença renal crônica (DRC) e a necessidade de diálise, um procedimento com alto consumo de água e eletricidade, que é um contribuinte significativo para as emissões de carbono.
“A saúde das pessoas e a saúde do planeta estão profundamente interconectadas. Avançar em políticas públicas que priorizem a prevenção, o diagnóstico precoce e o cuidado sustentável é essencial para assegurar melhores desfechos clínicos enquanto reduzimos o impacto ambiental dos sistemas de saúde”, afirma Olavo Corrêa, presidente da AstraZeneca no Brasil.
A companhia sediará um painel na COP30 para debater como o Programa Farmácia Popular pode ser um vetor para a descarbonização do SUS. Além disso, a AstraZeneca lançará uma pesquisa inédita na América Latina, em parceria com a IPSOS, para analisar a percepção das populações do Brasil, Colômbia e México sobre o impacto das mudanças climáticas na saúde, com foco especial em doenças respiratórias e poluição do ar.