Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Pharma Innovation
    • Home
    • O PHARMA INNOVATION
    • QUEM SOMOS
    • CADASTRE-SE
    • ANUNCIE
    • CONTATO
    • PORTAIS
      • COSMETIC INNOVATION
      • FOOD INNOVATION
      • HOUSEHOLD INNOVATION
      • PAINT INNOVATION
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Pharma Innovation
    [INSERT_ELEMENTOR id="19278"]
    Ciência & Tecnologia

    Luz poderá recuperar pacientes com traumatismo cranioencefálico grave

    By Janaina06/05/2019Updated:06/05/2019Nenhum comentário5 Mins Read
    Pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) estão desenvolvendo um método para reabilitar as funções cognitivas em pacientes com traumatismo cranioencefálico grave, vítimas de acidentes ou violência. A terapia consiste na aplicação de laser, emitido por diodos instalados em um capacete, para promover a recuperação do tecido cerebral.

    Diferentes terapias com uso de luz, reunidas sob o termo fotobiomodulação, já vêm sendo aplicadas para problemas diversos de saúde – de lesões ortopédicas e fibromialgia a Alzheimer e depressão -, qualquer doença em que se deseja promover ou inibir certas funções celulares, ou seja, modular estas funções. No caso do traumatismo, o objetivo é estimular a regeneração de neurônios lesionados.

    Diodos emissores de luz (LED, na sigla em inglês) são capazes de penetrar no couro cabeludo e no crânio e têm potencial de melhorar a atividade celular do tecido cerebral comprometido. Experimentos já foram realizados em outros centros de pesquisa para testar a terapia LED no traumatismo cranioencefálico, com resultados promissores. O que os pesquisadores da FMUSP buscam agora é dar um passo além, desenvolvendo diferentes abordagens para maximizar os efeitos positivos dessa terapia e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

    Uma das apostas é iniciar a terapia mais precocemente, na fase aguda da lesão. Até o momento, a terapia tem sido adotada apenas na recuperação em fase crônica de pacientes, isto é, meses após a ocorrência. “Nosso estudo parte das primeiras experiências com a técnica iniciadas por Margaret Naeser, em Boston. Ela começou a fazer o tratamento para traumas leves na fase tardia, seis meses após o trauma, para tentar melhorar a funcionalidade dos pacientes, e teve bons resultados. Então pensamos em testar como seria na fase aguda e em casos graves”, conta o médico neurocirurgião João Gustavo R. P. dos Santos, pesquisador da FMUSP.

    Assim, o estudo analisará pacientes que sofreram um trauma grave que sejam admitidos em até 8 horas após o acidente. “Essa admissão hospitalar poucas horas após o trauma diminui o acontecimento de eventos que poderiam confundir os resultados”, explica o médico.

    Além disso, os pacientes incluídos no estudo devem apresentar sintomas de lesão axonal difusa, que consiste em danos aos axônios do neurônio no interior da bainha de mielina (ver imagem), resultando em uma degeneração grave da substância branca do cérebro. Isso porque os axônios, que constituem a substância branca, são as vias de transmissão dos impulsos nervosos entre os neurônios.
    .

    Traumatismo cranioencefálico e as partes do neurônio – Imagens: Patrick J. Lynch via Wikimedia Commons e US National Institutes of Health

    A lesão axonal difusa está relacionada a eventos que provocam aceleração e desaceleração do crânio, ou seja, quando há interrupção brusca da movimentação do cérebro, como ocorre em acidentes de carro ou quedas maior de altura. Nos traumas graves, que levam à inconsciência e ao coma, e que não possam ser atribuídos a hematomas (acúmulo de sangue no cérebro ou entre o cérebro e crânio), nem ao câncer cerebral, é praticamente certo que haja lesão axonal difusa, que é difícil de tratar. “Hoje, em toda medicina, ainda não temos nenhum tratamento para a lesão axonal difusa, que é uma das patologias associadas ao trauma cranioencefálico. Tudo que se faz é, literalmente, ‘esperar e ver’ como ela vai progredir, como o próprio organismo fará a recuperação”, afirma o pesquisador.

    Paciente recebe terapia LED transcraniana no Hospital das Clínicas – Foto: Cedida pelo pesquisador

    O tratamento proposto no ensaio clínico prevê 18 sessões de estimulação por LED em pontos específicos do crânio durante seis semanas. A ideia é que os pacientes sejam avaliados quanto ao seu nível de consciência antes da estimulação e também depois de um mês, de três e de seis meses após a primeira estimulação.

    Espera-se que a terapia de LED transcraniana melhore a função cognitiva dos pacientes, além de promover mudanças benéficas para a circulação sanguínea.

    A luz que cura

    O efeito regenerador da luz foi descoberto por acaso em um experimento com ratos que visava tratar tumores. Percebeu-se que o laser, na verdade, promovia a cicatrização dos ferimentos nos roedores. Ao investigarem por que isso acontecia, estudos posteriores demonstraram que, em intensidade e tempo adequados, a luz é capaz de aumentar a oxigenação das mitocôndrias, as usinas de produção de energia nas células, e assim acelerar o processo de regeneração dos tecidos.

    Duplo-cego, randomizado, controlado

    Para aumentar o nível de confiabilidade dos resultados, o experimento é feito dentro da metodologia duplo-cego, randomizado e controlado. Confira no infográfico a seguir como funciona.

    .

    Infográfico com consultoria científica de Patrícia Nolasco (FMUSP) e Willian Lopes (FMRP)

    Publicações

    A preparação do ensaio clínico já resultou na publicação, por parte do grupo, de quatro artigos científicos:

    • The Current Role of Non-invasive Treatments in Traumatic Brain Injury;
    • Effects of transcranial LED therapy on the cognitive rehabilitation for diffuse axonal injury due to severe acute traumatic brain injury: study protocol for a randomized controlled trial;
    • Transcranial light-emitting diode therapy for neuropsychological improvement after traumatic brain injury: A new perspective for diffuse axonal lesion management;
    • Diffuse axonal injury: Diffusion tensor imaging and cognitive outcome.

    Conforme as recomendações de grupo internacional voltado à publicação de ensaios clínicos com qualidade, o Consort – Consolidated Standards of Reporting Trials, antes de qualquer ensaio clínico ser executado, deve ser registrado na plataforma on-line do site Clinical Trials.

    Fonte: Jornal USP 

    Luz
    Janaina

    Related Posts

    Centro aposta na biodiversidade para impulsionar novos medicamentos no Brasil

    13/07/2026

    Látex de jaca combinado com estatinas mostra potencial contra a periodontite

    08/07/2026

    Kiora explora potencial terapêutico de modulador de canais iônicos

    06/07/2026

    Comments are closed.

    Dark style

    Duis mollis, est non commodo luctus, nisi erat porttitor ligula, eget lacinia odio sem nec elit. Vivamus sagittis lacus vel augue laoreet rutrum faucibus dolor auctor. Donec id elit non mi porta gravida at eget metus.

    • Maecenas faucibus
    • Vivamus sagittis.
    • Praesent commodo.
    Big title style

    Duis mollis, est non commodo luctus, nisi erat porttitor ligula, eget lacinia odio sem nec elit. Vivamus sagittis lacus vel augue laoreet rutrum faucibus dolor auctor. Donec id elit non mi porta gravida at eget metus.

    • Maecenas faucibus
    • Vivamus sagittis.
    • Praesent commodo.
    Menu style
    • Home
    • Anuncie
    • Termos de Uso
    • Política de Privacidade
    • Sobre Cookies
    • Sobre o uso de I.A. generativa
    • Últimas notícias PHI
    • Contato
    [INSERT_ELEMENTOR id="8950"]
    Advertisement style

    Cras mattis consectetur purus sit amet fermentum. Donec sed odio dui. Sed posuere consectetur est at lobortis. Donec ullamcorper nulla non metus auctor fringilla. Aenean eu leo quam. Pellentesque ornare sem lacinia quam venenatis vestibulum. Donec id elit non mi porta gravida at eget metus. Integer posuere erat a ante venenatis dapibus posuere velit aliquet.

    Badge New

    Nullam quis risus eget urna mollis ornare vel eu leo. Curabitur blandit tempus porttitor. Maecenas sed diam eget risus varius blandit sit amet non magna. Aenean eu leo quam.

    Badge Hot

    Nullam quis risus eget urna mollis ornare vel eu leo. Curabitur blandit tempus porttitor. Maecenas sed diam eget risus varius blandit sit amet non magna. Aenean eu leo quam.

    Badge Popular

    Nullam quis risus eget urna mollis ornare vel eu leo. Curabitur blandit tempus porttitor. Maecenas sed diam eget risus varius blandit sit amet non magna. Aenean eu leo quam.

    Badge Top

    Nullam quis risus eget urna mollis ornare vel eu leo. Curabitur blandit tempus porttitor. Maecenas sed diam eget risus varius blandit sit amet non magna. Aenean eu leo quam.

    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
    • Home
    • Anuncie
    • Termos de Uso
    • Política de Privacidade
    • Sobre Cookies
    • Sobre o uso de I.A. generativa
    • Últimas notícias PHI
    • Contato
    © 2026 ThemeSphere. Designed by ThemeSphere.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    Nós utilizamos cookies com objetivo de prover a melhor experiência no uso do nosso site. Leia nossa Política de uso de cookies para entender quais cookies nós usamos e quais informações coletamos em nosso portal. Ao continuar sua navegação, você concorda que podemos armazenar cookies no seu dispositivo.