Mais do que lançar uma nova caneta para controle glicêmico e perda de peso, a EMS passa a disputar espaço em uma área considerada estratégica para a indústria farmacêutica mundial.
Para o médico, empresário e CEO da Horus AI, Pedro Batista, notável do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, a produção integral da semaglutida em território nacional representa um avanço tecnológico capaz de transformar o papel do Brasil no setor de medicamentos de alta complexidade.
Segundo o especialista, o diferencial do projeto não está apenas no desenvolvimento de um novo produto, mas na capacidade de dominar processos produtivos considerados sofisticados. “A EMS não só mostra para a Anvisa que tem capacidade de produzir sinteticamente uma droga de alta tecnologia, mas também para o FDA americano”, afirmou, durante sua participação no quadro Dr. Inovação nesta segunda-feira (1).
Batista destacou que a aprovação da fábrica da empresa em Hortolândia pelo órgão regulador dos Estados Unidos amplia as possibilidades de inserção internacional da companhia. “O Food and Drug Administration também já aprovou a fábrica da EMS em Hortolândia para produzir peptídeos no Brasil”, ressaltou.