A EMS desenvolve sua plataforma nacional de medicamentos de alta complexidade com foco em terapias à base de peptídeos, como a semaglutida, utilizada no tratamento do diabetes tipo 2.
Após mais de uma década de investimentos em inovação, a companhia estruturou em Hortolândia (SP) uma das mais avançadas plantas da América Latina nesse segmento, com aportes superiores a R$ 1,2 bilhão e capacidade inicial para milhões de unidades anuais.
O movimento ganhou tração em 2026 com a entrada no mercado da primeira semaglutida sintética produzida no país, após aprovação regulatória, marcando um novo estágio para a indústria farmacêutica nacional em termos de autonomia tecnológica e competitividade.
Além de reforçar a presença da empresa em terapias inovadoras, a estratégia está alinhada à ampliação do acesso a tratamentos de alta complexidade no Brasil, em um contexto de crescente demanda por medicamentos para doenças metabólicas.