Setor fatura R$ 20,4 bilhões em 2024 e se aproxima da marca de R$ 400 bilhões em economia para a população
O mercado de medicamentos genéricos reafirma sua posição como uma força motriz essencial para a saúde pública e a economia no Brasil. Desde a regulamentação da Lei dos Genéricos em 1999, o segmento tem promovido o acesso a tratamentos de qualidade e a preços mais acessíveis, reforçando a concorrência e reduzindo custos para o sistema de saúde.
Em 2024, o setor alcançou um faturamento de R$ 20,4 bilhões, registrando um crescimento de 13,5% em relação ao ano anterior. O impacto social e econômico é substancial: os genéricos já proporcionaram uma economia de R$ 370 bilhões à população e a projeção é que esse valor ultrapasse R$ 400 bilhões até 2026, conforme informações do presidente executivo da PróGenéricos, Tiago de Moraes Vicente.
O ranking dos maiores players
A PróGenéricos divulgou o ranking dos maiores laboratórios associados que dominam o segmento de genéricos no país, com base em dados da IQVIA (agosto de 2025 – PMB). As empresas listadas refletem o alto nível de investimento e a capilaridade de produção e distribuição essenciais para esse mercado.
A liderança é consolidada por players de peso como EMS, Neo Química, Eurofarma e Cimed. Outras companhias relevantes que figuram entre as maiores do país incluem Prati Donaduzzi, Aché, Geolab e Sandoz, sublinhando a força e a diversidade da indústria nacional e multinacional no fornecimento de medicamentos acessíveis. A atuação conjunta dessas empresas é vital para sustentar a expansão do mercado e garantir a continuidade da economia para os consumidores.