O mercado global de pharma e biotech vive uma nova onda de fusões e aquisições, impulsionada pela proximidade do vencimento de patentes de medicamentos blockbuster
Só no primeiro trimestre de 2026, os negócios somaram US$ 84 bilhões, quase o dobro do ano anterior.
Gigantes como Pfizer, Merck e Eli Lilly lideram o movimento, buscando reforçar pipelines em áreas como oncologia e obesidade. A tendência aponta para um dos anos mais intensos da última década em M&A no setor.
Embora a expiração das patentes esteja aumentando a urgência, especialistas afirmam que as robustas reservas de caixa, as avaliações atrativas das empresas de biotecnologia, uma onda de medicamentos recém-aprovados e a crescente confiança em lidar com o escrutínio regulatório também estão impulsionando a realização de negócios.
E se o ritmo atual se mantiver, o valor total das fusões e aquisições biofarmacêuticas em 2026 poderá ultrapassar os 250 mil milhões de dólares, ficando em segundo lugar apenas atrás dos números de 2019.