Campanha da Hypera Pharma transforma o futebol em ferramenta educativa sobre qualidade e eficácia dos medicamentos genéricos
Durante a partida entre Corinthians e Barra pela Copa do Brasil, uma mudança incomum nas camisas dos jogadores chamou a atenção do público e transformou o uniforme em ferramenta de comunicação. Em vez dos nomes tradicionais, os atletas entraram em campo com apelidos e versões alternativas de suas identificações, em uma ativação idealizada pela Neo Química, marca da Hypera Pharma, para antecipar o Dia do Medicamento Genérico, celebrado em 20 de maio.
A campanha utilizou o futebol como plataforma de educação e aproximação com o consumidor, traduzindo um conceito técnico da indústria farmacêutica em uma linguagem acessível e de rápida assimilação. A proposta criativa reforça a principal mensagem dos medicamentos genéricos: embora o nome possa mudar, qualidade, segurança e eficácia permanecem as mesmas.
Para construir esse paralelo visual, jogadores do Corinthians tiveram seus nomes substituídos por variações e apelidos personalizados. Raniele apareceu como “Rani”, Yuri Alberto como “Gusmãozin” e Matheus Bidu assumiu o nome “Menino Maluquinho”, em uma dinâmica pensada para gerar identificação instantânea e estimular a conversa nas redes sociais.
A iniciativa evidencia uma tendência crescente entre marcas da indústria farmacêutica: utilizar territórios culturais e plataformas de entretenimento para ampliar entendimento sobre temas regulatórios e de saúde pública. Ao abandonar uma comunicação exclusivamente técnica e apostar em experiências de marca, a Hypera Pharma fortalece a presença da Neo Química em um ambiente de alta conexão emocional com o consumidor brasileiro.
Mais do que uma ação promocional, a campanha reforça como esporte, cultura pop e marketing experiencial passaram a ocupar papel estratégico na construção de percepção e confiança para marcas ligadas ao setor de saúde.