A ImmunityBio apresentou, durante o ISPOR 2026, dados de uma pesquisa com pacientes do Reino Unido que revelam forte inclinação por estratégias de preservação da bexiga entre pessoas com câncer de bexiga não músculo-invasivo de alto risco.
O estudo, conduzido em parceria com a organização Fight Bladder Cancer, reuniu respostas de 86 adultos que estavam em tratamento ou já haviam recebido BCG, além de entrevistas e grupos focais para aprofundar a análise das decisões terapêuticas.
Os resultados mostram que as preferências variam conforme a experiência prévia e o perfil do paciente: indivíduos em tratamento tendem a priorizar alternativas que evitem a remoção da bexiga, enquanto aqueles já submetidos à cirurgia radical se mostram mais propensos a repetir a decisão. Idade e impacto na rotina também influenciam essas escolhas.
De forma geral, eficácia clínica — especialmente em relação à progressão da doença e sobrevida — surge como principal fator de decisão, mas aspectos ligados à qualidade de vida e à manutenção da rotina reforçam a importância de abordagens mais individualizadas no manejo desses pacientes.