Alinhada às diretrizes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a implementação da bula digital, a Merck, líder em ciência e tecnologia, projeta um impacto ambiental significativo.
De acordo com projeções da companhia para 2026, é esperada a redução de 8.456,2 toneladas de CO₂ emitidos à atmosfera e, aproximadamente, 1,5 milhão de bulas físicas deixarão de ser impressas.
Regulamentada pela Lei nº 14.338/20221 e pela Resolução nº 885/2024, da Anvisa2, a bula digital tem como objetivo modernizar o acesso de informações sobre medicamentos.
Para isso, um QR é impresso diretamente nas embalagens dos produtos, o que possibilita a leitura por meio de smartphones e tablets. Entre os principais benefícios do modelo estão:
•acesso rápido à versão mais atualizada das informações²;
•possibilidade de ampliação de texto e leitura digital²;
•maior praticidade na consulta às informações;
•redução do consumo de papel e da geração de resíduos.
Pelas regras atuais da Anvisa, o projeto-piloto da bula digital no Brasil seguirá em avaliação até o final deste ano2.
A Merck Brasil já aderiu ao novo modelo, com exemplares de medicamentos voltados para o tratamento de disfunções da tireoide que trazem o QR code direcionado para a bula em versão digital. Eles foram distribuídos para profissionais de saúde, em amostras grátis, em abril deste ano.
Vale destacar que, mesmo com a digitalização, a bula impressa continua disponível mediante solicitação nas farmácias e via SAC da Merck, garantindo acesso à informação para diferentes perfis de pacientes.