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A recente aprovação de um novo medicamento para o tratamento dos chamados “calorões” da menopausa, um dos sintomas mais comuns e debilitantes dessa fase, vem sendo apontada como um avanço relevante na saúde feminina.
Em artigo publicado no Pulsa, do Estadão, a jornalista Silvia Ruiz destaca que a chegada dessa nova opção terapêutica representa um marco especialmente por não se tratar de uma terapia hormonal, ampliando alternativas para pacientes que não podem ou não desejam utilizar esse tipo de abordagem.
Segundo a análise, os fogachos impactam significativamente a qualidade de vida de milhões de mulheres, afetando sono, produtividade e bem-estar geral, mas ainda são frequentemente subestimados ou subdiagnosticados. Nesse cenário, a aprovação do novo tratamento ganha relevância não apenas do ponto de vista clínico, mas também como sinal de avanço na atenção a uma condição historicamente negligenciada.
O texto também ressalta que a inovação pode contribuir para ampliar o debate sobre menopausa no sistema de saúde, incentivando maior conscientização, diagnóstico e acesso a tratamentos adequados. Para o setor farmacêutico, o movimento reforça o crescimento do interesse em áreas de saúde da mulher, com potencial de desenvolvimento de novas terapias e expansão de mercado nos próximos anos. A reportagem está no site do jornal.
Como o Veoza funciona? Diferentemente da terapia hormonal, o novo medicamento não aumenta os níveis de estrogênio. Ele age diretamente em uma via cerebral envolvida no controle da temperatura corporal, bloqueando a ação da neurocinina B, uma substância que se torna hiperativa após a queda hormonal da menopausa.