A rinite alérgica é um problema enfrentado por grande parte da população, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), no Brasil, cerca de 30% da população possui alguma forma de rinite alérgica.
A busca pelo alívio dos sintomas é o maior objetivo das pessoas que têm rinite alérgica, lembrando que tanto a rinite alérgica intermitente quanto a persistente (crônica) se caracterizam por reações alérgicas contra substâncias externas, chamadas alérgenos, tais como pólen (febre do feno), ácaros de poeira doméstica, mofo ou pelos de animais domésticos.
Para auxiliar nas possibilidades de tratamento da rinite alérgica o Laboratório Mylan lançou um importante aliado no combate desta doença: o Dymista® . Este medicamento representa uma importante inovação para o tratamento e controle de pacientes diagnosticados com rinite alérgica e é composto pela associação de duas moléculas (cloridrato de azelastina e propionato de fluticasona) em um único dispositivo em forma de Spray Nasal.
“O diferencial de Dymista® é a associação de dois medicamentos em um único dispositivo para spray nasal, que antes eram utilizados isoladamente. Dymista® comprovou, por meio de estudos clínicos de qualidade que formam o maior conjunto de evidências clínicas em rinite alérgica hoje disponível, eficácia significativamente superior aos tratamentos isolados de propionato de fluticasona e cloridrato de azelastina , com maior rapidez de início de ação, a partir de 5 minutos“, explica o Dr. Fabio Rosito, Consultor Médico do Laboratório Mylan.
Dymista® ratificou sua eficácia e rapidez de ação em estudos realizados em modelo Vida Real, que simulam as condições de uso pelo médico na sua prática diária. “Dymista está sendo apresentado aos médicos para que possam conhecê-lo melhor e desta forma prescrevê-lo com segurança para adultos e crianças acima de 6 anos e assim contribuir para o tratamento medicamentoso ao oferecer aos pacientes uma opção que proporciona alivio rápido e substancial dos sintomas nasais e oculares além de melhora na qualidade de vida”, complementa o Dr. Fabio Rosito, reforçando que o tratamento só pode ser feito a partir de avaliação e acompanhamento pelo médico.
Fonte: Febrafar 03.07.2020
